Do Aurélio:
S. m.
1. Sentimento de pesar ou dor pela morte de alguém.
2. Os sinais exteriores de tal sentimento, em especial o traje, preto quase sempre, que se usa quando se está de luto:
3. O tempo durante o qual se usa o luto1 (2).
4. Tristeza profunda; consternação, dó:

Tava pensando aqui….
Não entendo as pessoas e seus “lutos”. Tudo bem que cada um tem uma forma de digerir suas perdas e mágoas, mas acho esquisito quem está de luto e não abre mão de ir ao MSN, Orkut e Redes Sociais em geral para gritar em alto e bom som essa tristeza. Que sofrimento é esse? Que necessidade existe de conectar correndo e dizer que está de luto? Acredito que o dia que eu estiver passando por isso eu vá querer sumir, chorar, esquecer o mundo real e virtual, até passar a dor da perda. Mas não, muitas pessoas correm e conectam para escrever lá em seus perfis e MSN, “Luto”. Para chamar a atenção? Alguém me disse que infelicidade dá IBOPE….será? Eu heim…

“Amanhã pode ser muito tarde
Para você dizer que ama,
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer tentar de novo…
Amanhã pode ser muito tarde
Para você pedir perdão,
Para você dizer:
Desculpe-me, o erro foi meu!

O seu amor, amanhã, pode já ser inútil;
O seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso;
A sua volta, amanhã, pode já não ser esperada;
A sua carta, amanhã, pode já não ser lida;
O seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário;
O seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços…
Porque amanhã pode ser muito…muito tarde!

Não deixe para amanhã para dizer:
Eu amo você!
Estou com saudades de você!
Perdoe-me!
Desculpe-me!
Esta flor é para você!
Você está tão bem!…

Não deixe para amanhã
O seu sorriso,
O seu abraço,
O seu carinho,
O seu trabalho,
O seu sonho,
A sua ajuda…

Não deixe para amanhã para perguntar:
Por que você está triste?
O que há com você?
Ei!…Venha cá, vamos conversar…
Cadê o seu sorriso?
Ainda tenho chance?…
Já percebeu que eu existo?
Por que não começamos de novo?
Estou com você.
Sabe que pode contar comigo?
Cadê os seus sonhos?
Onde está a sua garra?…

Lembre-se:
Amanhã pode ser tarde…muito tarde!
Procure. Vá atrás! Insista!
Tente mais uma vez!
Só hoje é definitivo!
Amanhã pode ser tarde..”

(Desconheço o autor)

“Um estudo, conduzido pela psicóloga Ruth Propper, da Universidade de Merrimack, nos EUA, mostrou que, em pessoas canhotas (as ambidestras também entram na dança), as duas metades do cérebro se comunicam de forma levemente diferente. Por conseqüência disso, acabam interagindo mais com as áreas que produzem emoções negativas, o que torna os canhotos mais sujeitos as variações de humor.” (Fonte: Sei lá, alguém escreveu isso.)

Fico pensando aqui…
Fazemos malabarismos diários, e muitas vezes sem perceber, para nos adaptarmos às atividades e aos utensílios encontrados no mercado, tudo porque, apesar de sermos uma parcela considerável da população, quase não existem produtos próprios para o uso das pessoas canhotas. Quando existem são dez vezes mais caros e comprados em lojas “especiais”. Em salas de aula sentamos atravessados para usar o lado “direito” da cadeira. Para abrir uma lata de conserva fazemos de trás para frente, porque abridor de lata nem pensar. Tesouras, então… Desde pequenos tivemos que recortar figurinhas na pré-escola usando as tesouras de cabeça para baixo, assim por diante. Em diversas situações cotidianas estamos fazendo adaptações e dando um jeitinho, então…qual canhoto não perde o bom humor diante de uma realidade dessas?

  • Os canhotos representam de 5 a 15 % da população mundial.
  • A maioria dos canhotos desenha figuras voltadas para a direita.
  • Entre gêmeos, existe uma alta probabilidade de um deles ser canhoto.
  • Gagueira e dislexia ocorrem mais frequentemente entre canhotos, principalmente naqueles que foram forçados a “mudar de mão” quando crianças.
  • Tênis, beisebol, natação e esgrima são os esportes onde os canhotos mais se destacam.
  • Existem muitos canhotos entre indivíduos bons em música e matemática.
  • Quase 40% dos melhores tenistas profissionais são canhotos.
  • Em muitas culturas, crianças canhotas eram obrigadas a usar a mão direita.
  • Existem duas vezes mais homens canhotos do que mulheres.

Angelina Jolie

  • Canhotos recuperam-se mais rapidamente de derrames do que destros.
  • Canhotos eram severamente discriminados nos séculos 18 e 19.
  • Estatisticamente, as mães mais velhas têm maior probabilidade de dar è luz a crianças canhotas.
  • Especula-se que, anualmente, morram em torno de 2500 canhotos usando produtos feitos para destros.
  • Canhotos são numerosos entre crianças com QI acima de 131.
  • De modo geral, canhotos são melhores em percepção tridimensional e pensamento.
  • O cérebro dos canhotos é estruturado de forma diferente, de um modo que amplia a gama de suas habilidades.
  • Pessoas canhotas possuem excelente capacidade para processar informações simultâneas.
  • Canhotos tem uma tendência maior a serem gênios criativos.

Albert Einstein

  • Na Idade Média, escrever com a mão esquerda era passível de pena de morte.
  • Destros vivem mais do que canhotos.
  • Canhotos alcançam a puberdade de 4 a 5 meses depois dos destros.
  • Metade dos usuários de computador canhotos usam o mouse com a mão direita.
  • Na Escócia, a família Kerr possuía um número incomum de canhotos e hoje, o termo para “canhoto” na Escócia é kerry-fisted.
  • Por uma questão de design, quase todos os Muppets são canhotos.
  • O Dia do Canhoto é dia 13 de agosto.

“A sua falta me fez ver
O que de mau a vida pode ter
E a sua volta me dá mais
De todo o mel que eu ousaria querer

Sua presença me faz rir
Nos dias feitos pra chover
Nao há revolta pra sentir
Nem há milagre pra não crer

Vinda que finda
A tinta de pintar tristeza
E deixa os mistérios plenos de sentido
A flor da vida toda

Pétala por pétala
Que um tolo pode colher
Sem saber que é amor

Vem e aumenta em mim
O único que sou
E subtrai do que em mim passou
É amor, vem…”

(Chico César)

Amar deveria ser um sentimento aberto, exibido, escancarado de tão faceiro, mas às vezes fica escondido. Será o medo da rejeição ou medo que o objeto de nosso amor entenda errado? Não sei. Gostar não deveria ser segredo, saudade deveria ser sentida, falada, gritada, expressada…”estou com saudades”. Amor não precisa ficar escondido atrás de um presente anônimo. Amar é bom demais, em todos os níveis, todos os sentidos. Amor de amiga, amor de amante, amor de amor, pois amor é sempre bom. Se é bom então precisa ser demonstrado, com a cara e a coragem. Faz bem para a alma e o coração. De quem ama e de quem recebe. E bom também é saber a quem devemos agradecer por carinho tão especial. Não sei a quem, então só tenho que agradecer agradecendo. Obrigada.

“Pessoas são um presente. Algumas têm um embrulho bonito, como os presentes de Natal, Páscoa ou festa de aniversário. Outras vêm em embalagem comum. Algumas trazem invólucros fáceis, outras são dificílimas, quase impossível, tirar a embalagem. É fita durex que não acaba mais…

Mas… a embalagem não é o presente.

E tantas pessoas se enganam, confundindo a embalagem com o presente. Por que será que alguns presentes são complicados para a gente abrir? Talvez porque dentro da bonita embalagem haja muito pouco valor. E bastante vazio, bastante solidão. A decepção seria grande.

Também você. Também eu. Somos um presente para os outros. Você para mim, eu para você. Triste se formos apenas um presente-embalagem: muito bem empacotado e quase nada lá dentro!

Quando existe verdadeiro encontro com alguém, no diálogo, na abertura, na fraternidade, deixamos de ser mera embalagem e passamos à categoria de reais presentes. Nos verdadeiros encontros humanos acontecem coisas muito comoventes e essenciais: mutuamente nós vamos desembrulhando, desempacotando, revelando…

Você já experimentou essa imensa alegria da vida? A alegria profunda que nasce da alma, quando duas pessoas se comunicam virando um presente uma para outra?

Um presente assim não necessita de embalagem. É a verdadeira alegria que a gente sente e não consegue descrever, só nasce no verdadeiro encontro com alguém.

A gente abre, sente e agradece.”

(Autor: S. Sheider/H. Hartmann)